Sobre o livro


Vesta

  Essa é uma história de ficção científica, embora eu prefira classificá-la como "ficção especulativa". Reúno aqui, vários temas reais a outros imaginários, embora sem exageros tais como monstros ou máquinas fantásticas. A imagem da capa é um relógio de sol, feito em pedra há mil anos, na Inglaterra .            - KG  Ericson -

A descoberta de uma rocha submersa na Baía Norte, em Florianópolis, leva a algumas descobertas: que a rocha é, na verdade, um meteorito cujo impacto levou à formação da ilha de Florianópolis e que, um fóssil humanóide achado dentro dele, indica o Cinturão de Asteróides como seu local de origem.
O cenário da narrativa é focado agora na NASA-EUA, onde uma grande nave é construída para levar uma tripulação ao asteróide Vesta 4, no Cinturão, onde surpreendentes descobertas irão alterar o conceito de nossa origem.

Essa empolgante e envolvente narrativa descreve também o último ano de uma civilização e de um planeta que existiu há centenas de milhares de anos, que nos fará repensar a compreensão que temos de nós mesmos e de uma parte do sistema solar.

Em um estilo rápido, dinâmico e multi-cenários, a narrativa nos arrebata para outro nível de realidade!

Mais que um livro, este é, na verdade, uma marcante experiência!

                                                                                                                    Dra. Rejane M. Cirra

 

 

 antenas

O livro "Filhos de Vesta" foi escrito em dezoito meses e nos seis meses seguintes, o autor fez revisão do original.

A idéia para essa história não nasceu pronta. Existia há anos, mas fragmentada. Eram vários temas que inquietavam o autor, como que querendo respostas, explicações. Foi ao longo do desenrolar da escrita, que os vários temas foram sendo alinhados e encadeados para, finalmente, brotarem com um só corpo.
A publicação pela NASA, das imagens do asteróide Vesta 4, assim como, as conclusões que essas imagens geraram no meio científico, tiveram efeito decisivo na construção desse livro.

 

Radiotelescópios

 

Vesta é o terceiro maior asteróide a orbitar o Cinturão de Asteróides, medindo 523 km em seu eixo maior. Foi descoberto por HW Olbers em 1807, que lhe deu o nome da deusa romana do lar. Seu nome deve vir acompanhado do número 4, por ter sido o quarto asteróide descoberto.
Durante décadas não despertou maiores interesses, até que, quando os grandes telescópios como o Keck no Hawaii e o Hubble, no espaço, foram construídos e apontaram suas lentes para Vesta 4, um intrigante corpo celeste mostrou aos cientistas, características que são mais de planetas terrestres (em oposição aos planetas gasosos), que de asteróides. Por exemplo, ele é o único asteróide cuja superfície apresenta áreas claras e escuras (não confundir com áreas sombreadas). O uso de espectrômetros (que analisam os comprimentos de onda com que cada material reflete a luz) indicou que sua superfície apresenta lava sólida! Isso não combina com um corpo dessas dimensões. Outra discrepância é a presença de um interior contendo ferro-níquel, como é o interior da Terra.
Enfim, ele é tão diferente dos outros asteróides e despertou interesses tão grandes, que a NASA obteve do Congresso norte-americano, verba de quase meio bilhão de dólares, para enviar uma missão a Vesta 4 em busca de respostas. A “missão Dawn” partiu em 27/09/2007.


Asteróide Mathilde 253
Asteróide Mathilde 253
Eros 433
Eros 433 – ponto amarelo, local de pouso da sonda NEAR, em 1996
Lançamento da sonda Dawn

Lançamento da sonda Dawn, rumo a Vesta 4 - 2007 (foto NASA)

 

imagem melhorada imagem Hubble               

Esquerda: Asteróide Vesta 4 – imagem melhorada -1996 

Direita: Vesta 4 – imagem original, obtida pelo telescópio espacial Hubble - 1996

  Vesta 4 - detalhes  Vesta - montes e vales

 

Vesta - detalhes

Imagens obtidas pela sonda da Missão Dawn - 09/2011


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